quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Considerações

As considerações abaixo, em sua maioria, foram retiradas do artigo "Empreendedorismo por Fernando DOLABELA" (07/2008):

ü A prática empreendedora é chamada empreendedorismo.

ü O empreendedorismo sugere um preparo para sua efetiva aplicação.

ü Conforme DORNELAS (2007 p.9), “Empreender é a arte de fazer acontecer, de transformar sonhos em realidade”.

ü Ser empreendedor transcende a perspectiva profissional. Torna-se um estilo de vida.

ü Práticas empreendedoras sempre existiram só que à medida que a complexidade organizacional aumenta, em suas relações de produção e consumo, as inovações precisam acontecer e o caráter empreendedor das ações torna-se mais relevante.

ü O empreendedorismo é um “elemento fundamental na construção do bem estar da coletividade. E que, na sua essência, tem condições de ser um dos caminhos para a construção da liberdade”.

ü “O empreendedorismo não pode ser um instrumento de concentração de renda, de aumento de diferenças sociais ou uma estratégia pessoal de enriquecimento”.

ü “No Brasil o tema central do empreendedorismo deve ser o desenvolvimento social, tendo como prioridade o combate à miséria, oferecendo-se como um meio de geração e distribuição de renda”.

ü “Mais do que uma preocupação com o indivíduo, o empreendedorismo deve ser relacionado à capacidade de se gerar riquezas acessíveis a todos”.

ü Empreendedorismo não é apenas um conceito econômico

ü O empreendedorismo “tem antes uma conotação social, cujo preceito ético é gerar utilidade para os outros. É este também o seu referencial ético”.

ü Empreendedorismo, inovação e desenvolvimento devem andar de mãos dadas. Um processo desencadeia outro naturalmente.

ü É preciso estudar sobre empreendedorismo e sobre projeto empreendedor. Ter boas idéias e lança-las sem planejamento é perder ativo intelectual.

ü “Por ser um fenômeno cultural, o empreendedorismo exige soluções que tenham a nossa cara, o nosso jeito, o nosso sistema de valores, a forma brasileira de ver o mundo”.

ü “É uma forma de ser, e não de fazer. Assim, estão incluídos nesse conceito, por exemplo, o empregado-empreendedor, (ou intra-empreendedor) o pesquisador-empreendedor, o empreendedor comunitário, o funcionário público empreendedor, etc. O que importa é a maneira de se abordar o mundo, qualquer que seja a atividade abraçada”.

ü Para um processo de inovação, é fundamental que exista criatividade.

ü Um empreendedor pode desenvolver seu projeto empreendedor na organização que trabalho. As empresas precisam de projetos empreendedores.

ü O intra-empreendedorismo é indispensável para as organizações já estabelecidas, pois recria a cultura empreendedora interna.

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