quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Nova Profissao : Gerente de facilidades


Uma nova profissão tem despontado no mercado de trabalho brasileiro: o gerente de facilidades. Seu objetivo é administrar edifícios empresariais, desde a área de infra-estrutura (ar-condicionado, iluminação) até a relação com os prestadores de serviços (limpeza, segurança) e questões ambientais (coleta seletiva de lixo, tratamento de efluentes).Capacitado para integrar e tornar todas essas operações mais eficientes, o gerente de facilidades tem sido cada vez mais valorizado pelas empresas, como acontece na Europa, região em que o setor movimenta cerca de 4 bilhões de euros anualmente.De acordo com o professor da Poli/USP, Moacyr Eduardo Alves da Graça, para se ter uma idéia, este tipo de profissional pode gerar uma economia de cerca de 30% nos custos operacionais de um edifício, quando seu trabalho é realizado de maneira eficiente.Valorização"Pouco a pouco, as empresas brasileiras vão percebendo que o modelo atual de administração não assegura o valor do patrimônio nem garante um suporte adequado às atividades da corporação", afirmou o professor.Este modelo atual citado por ele é o seguinte: as empresas dão a uma área qualquer a incumbência de cuidar da infra-estrutura e manutenção e, à outra, a tarefa de cuidar da área administrativa e financeira. "O problema deste modelo é que não há um profissional capacitado para gerenciar todas as operações de forma integrada e baseada em parâmetros de eficiência", disse ele.Conforme afirmou o professor, outro benefício de contratar este profissional é que ele preserva o valor do patrimônio imobiliário, mantendo o edifício sempre em boas condições.Empresas especializadasA evolução da profissão é tamanha no Brasil que já existem empresas especializadas em gerenciamento de facilidades. "Nas grandes corporações, a tendência é haver um gerente de facilidades interno para administrar áreas estratégicas e contratar empresas especializadas para cuidar do restante das operações", disse o professor.Para o professor, esse mercado tende a crescer cada vez mais no Brasil, o que exigirá profissionais capacitados e novos cursos de especialização. "Na Europa, não há um país que não tenha um curso de especialização na área", contou o professor.Aqui no Brasil, ele afirmou que quem pretende se especializar tem um campo aberto para trabalhar, pois a maioria das empresas ainda não estão estruturadas na área de gerenciamento de facilidades.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Responsabilidade Social das Organizações


Temos acompanhado nas últimas décadas o surgimento de uma nova ética empresarial, denominada de responsabilidade social corporativa. A emergência desse novo padrão ético-político-empresarial está associada ao movimento social que luta para a mudança do padrão ético-empresarial tradicional, no sentido de serem ultrapassados os limites das funções sociais das empresas. Essa mudança de paradigma empresarial assume como fundamento uma ação empreendedora alternativa que se associa, por princípio, ao paradigma socioambiental.

Insere-se, neste contexto, a importância de uma mudança de estratégia empresarial que aposta na idéia de que a sobrevivência corporativa, hoje, está calcada para além dos seus interesses econômicos dos negócios. Não pode prescindir dos princípios da inclusão social de novos atores sociais que assumem a condição de partícipes da estratégia empresarial de curto, médio e longo prazo.

A responsabilidade social corporativa se coloca em oposição ao padrão ético empresarial tradicional, visto que amplia tanto qualitativamente quanto quantitativamente o espectro de relacionamentos sociais. Trata-se de um modelo ético que amplifica a condição do empreendedorismo, habilitando-o para melhor se preparar para lidar com a crise macroeconômica, política, social e cultural em que estão inseridos os agentes econômicos.

Essa nova perspectiva de reciprocidade de bem comum, redimensiona as relações sociais tanto do ponto de vista interno quanto do ponto de vista externo das empresas é o argumento fundamental para que as empresas assumam seu posicionamento sociopolítico para além dos seus interesses imediatos, engajando-se na solução dos problemas sociais que afligem a sociedade em que se inserem.


Veja esta publicação na íntegra em www.sendoempreendedor.blogspot.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A dose certa de assertividade

Clareza e foco são essenciais para o sucesso profissional.


Comunicar idéias com clareza, manter o equilíbrio durante uma discussão e aceitar pontos de vista diferentes são atitudes importantes para o seu desempenho profissional. Todas elas estão relacionadas à assertividade, uma competência fundamental para quem deseja crescer na carreira e melhorar o comportamento no trabalho. Segundo o dicionário Houaiss, trata-se da capacidade de fazer afirmações categóricas. Na carreira, sua missão é ficar na medida certa dessa competência, sem parecer indeciso ou agressivo. Encontrar esse equilíbrio requer treinamento, e pode levar mais ou menos tempo, dependendo da sua dedicação.
O administrador Mário Cury de Paiva, de 49 anos, gerente de operações comerciais da Datasul, desenvolvedora de software, por exemplo, demorou para conseguir se expressar de maneira mais precisa e objetiva. Com medo de chatear os colegas de trabalho, ele tinha dificuldade de expressar suas idéias, evitava discordar do chefe e nem sempre conseguia reagir diante de um conflito. “Tinha sempre a sensação de que havia feito o que era necessário, mas os resultados não apareciam”, diz. Um coach sugeriu que antes de cada conversa ou reunião Mário listasse seus objetivos. Hoje, Mário não sai de uma conversa com questões pendentes. “Se tivesse descoberto isso antes, acho que teria crescido mais rápido na carreira, fechado mais contratos e recebido mais desafios”, afi rma. Avalie, no teste abaixo, se você pratica a assertividade na dose certa. Depois, confira cinco dicas que vão ajudar você a desenvolver mais essa competência.

Confira a matéria completa:
Teste:

domingo, 14 de setembro de 2008

A Árvore do Conhecimento

Retirado do Blog http://admcefetmg2008.blogspot.com/

Prefácio do livro: A Árvore do Conhecimento - As bases biológicas da compreensão humana. De Humberto R. Maturana e Francisco J. Varela
Eis a sua tese central: vivemos no mundo e por isso fazemos parte dele; compartilhamos com os outros seres vivos o processo vital.Para Maturana e Varela, o mundo não é anterior à nossa experiência. Nossa trajetória de vida nos faz construir nosso conhecimento do mundo – mas este também constrói seu próprio conhecimento a nosso respeito. Mesmo que de imediato não o percebamos, somos sempre influenciados e modificados pelo que vemos e sentimos. Quando damos um passeio pela praia, por exemplo, ao fim do trajeto estaremos diferentes do que estávamos antes. Por sua vez, a praia também nos percebe. Estará diferente depois da nossa passagem: terá registrado nossas pegadas na areia – ou terá de lidar também com o lixo com o qual porventura a tenhamos poluído. O que nos revela como as coisas se determinam e se constroem umas às outras. Portanto, pode-se dizer que construímos o mundo e, ao mesmo tempo, somos construídos por ele.Maturana e Varela mostram que a idéia de que o mundo não é pré-dado, e que o construímos ao longo de nossa interação com ele, não é apenas teórica: apóia-se em evidências concretas. Várias delas estão expostas – com a freqüente utilização de exemplos e relatos de experimentos – nas páginas deste livro.Para ler na integra: www.cometepaz.org.br/Maturana5.htm

Exemplos para o mundo

Retirado do Blog http://www.adm125.blogspot.com/
Exemplos para o mundo
Em um recente artigo na revista EXAME, edição nº925 "A Fortuna do Petróleo", foi publicada uma matéria sobre os entregadores de marmita na cidade de Bombaim, Índia. Eles por sua impressionante logística têm uma eficiência invejável até para as maiores empresas do mundo.

Os “Dabbawalas”, como são chamados, pegam as marmitas das casas de 200000 pessoas e entregam em seus escritórios, geralmente condicionados no lado oposto da cidade. Sua taxa de erro é de uma em 16 milhões de entregas.

Estudiosos ansiosos pela explicação de tamanha eficiência, estudaram por muito tempo o trabalho dos entregadores. A admiração é tão grande porque a maioria é analfabeta, no trabalho utilizam somente carros de mão, bicicleta, e transporte público. Uma das conclusões chegadas é que os marmiteiros usam de muita simplicidade na execução das entregas, ou seja, cada pessoa tem seu papel determinado e sabe como cumpri-lo. A outra explicação é a sua enxuta estrutura com apenas três níveis hierárquicos, sendo que cada um possui autonomia para corrigir erros ou resolver problemas sozinhos. Porém a chave mestra foi considerada a grande e constante motivação de todos.
Postado por Desvendando a Administração às 14:15 0 comentários

Você sabia? Ford e seu modelo T

Retirado do Blog http://admcefetmg2008.blogspot.com/


Você sabia? Ford e seu modelo T
Há exatos cem anos surgia o Ford T, criado por Henry Ford em Detroit nos EUA. Ele desde o começo chamava a atenção pela simplicidade e preço (US$850). Naquela época a produção automobilística era artesanal. Mas Henry Ford queria que todos os públicos pudessem ter seus próprios carros. E brilhantemente desenvolveu um processo de produção que diminuía custos e tempo, a chamada linha de produção em série. Antes era necessário 12 horas para se produzir um carro, com o método de produção em série esse tempo se reduziu à 93 minutos para cada modelo T produzido. Consequentemente os custos diminuíram e o carro passou a custar US$575. E esse valor caiu mais, pois Henry percebeu que se o carro fosse produzido apenas na cor preta ele ficaria mais barato, uma vez que, diferente das outras cores, a tinta preta demora menos tempo para secar e assim ficava pronto em menos tempo. Observa-se que há muito tempo a frase "Tempo é dinheiro" já era adotada. Coma a adoção dessa idéia ficou famosa uma frase de Ford "O carro está disponível em qualquer cor, contanto que seja preto". E com constantes baixas de preço, o modelo T chegou a custar US$260, valor mantido até sua produção ser encerrada. Com certeza Henry revolucionou o conceito de automóvel e métodos de produção. Foi mais um gênio do século XIX. Mas será que você sabe o que aconteceu, para que o modelo T fosse encerrado, já que ele fazia tanto sucesso e era tão barato????? Bom, isso será o nosso próximo assunto no: Você sabia?? Até lá!!
Postado por Desvendando a Administração às 05:22 0 comentários

sábado, 13 de setembro de 2008

Lei seca: Empreendedores buscam alternativas para não perder clientes


Os bares de Belo Horizonte já contam com grande perda de clientes. Isso ocorreu por conta da Lei Seca (lei 11.705), sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 19 de junho, cujo objetivo é diminuir os acidentes de trânsito. Sabe-se que muitos deles ocorrem quando o motorista está sob efeito do álcool.

A lei parece estar funcionando, pois está afugentando as pessoas dos bares. De acordo com o diretor-jurídico da Abrasel (Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento), Persival Maricato, desde que ela entrou em vigor, os bares sofreram uma queda entre 30% e 40% no faturamento, o que acarretará demissões.

Como o governo não indica que irá recuar, o jeito, para os empresários que administram bares, restaurantes e danceterias, é usar a criatividade.Alguns bares estão oferecendo aos clientes caronas para casa via motoboy e pensam em oferecer chop sem álcool.


Leia mais no blog ADMINISTRAÇÃO E SEUS VÁRIOS ASPECTOS

CRA/MG é reconhecido com o "Troféu Aplauso"

O Conselho Regional de Administração de Minas Gerais (CRA/MG) recebeu, no dia 28 de setembro, o "Troféu Aplauso", premiação oferecida pelo Jornal Hoje em Dia, por meio da colunista Sayonara Calhau, aos cidadãos e empresas que foram destaques em suas áreas em 2007. A festa de premiação, que está em sua 14ª edição, foi realizada no Ilusão Esporte Clube, em Governador Valadares, e reuniu toda a cidade para aplaudir os 30 homenageados da noite.
O CRA/MG foi contemplado como destaque em Administração, representado pelo presidente, adm. Gilmar Camargo de Almeida, pela Conselheira, adm. Nádia Mauren Venuto Paxeco, e pela Delegada do Leste de Minas, adm. Maria Aparecida Pouzas, que receberam o troféu do presidente do jornal Hoje em Dia, Carlos Macedo de Oliveira, e da colunista Sayonara Calhau, organizadora do evento. [...]


Para ler o restante da reportagem, acesse:
A administração e seus vários aspectos

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Como assim? "Infiéis" ganham mais nas empresas?

Num mercado sedento por talentos, muitos executivos descobrem na mudança de emprego o jeito mais rápido de subir na carreira e, com isso, aumentar o salário.

Desde que entrou na Nestlé, em 1994, o executivo Johnny Wei parecia destinado a um futuro brilhante na companhia. Ao longo de 13 anos, ele foi técnico de fábrica em São Paulo, gerente de produtividade nas unidades do México e dos Estados Unidos, diretor da unidade Norte e Nordeste e, mais recentemente, ocupava o posto de diretor para produtos destinados às classes C e D, setor estratégico para a operação brasileira da Nestlé. Homem de confiança de Ivan Zurita, presidente da subsidiária no Brasil, Wei, de 35 anos, era o típico executivo de multinacional que, supunha-se, faria uma longa e duradoura trajetória dentro da empresa. No dia 21 de novembro de 2007, para surpresa da cúpula da Nestlé, Wei decidiu dar outro rumo à sua carreira. Depois de mais de uma década na companhia suíça, ele aceitou o convite para dirigir a área de planejamento estratégico do grupo Schincariol, um dos maiores fabricantes de bebidas do país. A troca de uma multinacional de reputação sólida no mercado por uma empresa que recentemente esteve envolvida em apuros judiciais teve um preço. Estima-se que Wei tenha recebido um aumento de 30% em sua remuneração anual. “Wei avaliou bem suas chances de continuar crescendo na Nestlé”, afirma um executivo que participou das negociações. “Mas a Schincariol ofereceu-lhe um pacote de remuneração bastante agressivo.”
Longe de se tratar de um caso isolado, a saída de Johnny Wei da Nestlé após mais de uma década na empresa ilustra com precisão uma situação cada vez mais freqüente: a infidelidade de um executivo — e não há aqui nenhum sentido pejorativo na expressão — faz bem ao próprio salário. Um recente levantamento do Hay Group com 227 empresas no país mostra que o salário dos executivos com até um ano de casa é, em média, 13% superior ao dos profissionais de mesmo nível com mais de dez anos de casa (veja quadro). Em outras palavras, os recém-chegados a uma companhia, muitas vezes, recebem remuneração superior à dos colegas que já trabalham na empresa. Pode ser dolorido — e até injusto — para os que apostam numa carreira estável, mas a explicação para essa aparente distorção encontra-se numa conta matemática simples. Hoje, a mudança de emprego na carreira executiva é acompanhada por um aumento médio de 30% na remuneração. Nas promoções internas, o aumento raramente ultrapassa 20%. “Essa dinâmica tem feito com que executivos, especialmente os mais jovens, fiquem cada vez menos tempo numa mesma empresa. Eles demonstram muita pressa em crescer”, diz o consultor Adilson Santos, coordenador do estudo do Hay Group.

Fonte: Portal Exame

Herbert Simon

Herbert Alexander Simon foi um economista americano que desenvolvel pesquisas no campo de psicologia cognitiva, informática, administração pública, sociologia econômica e filosofia. Mudanças revolucionárias em microeconomia são creditadas a Herbet Simon. Ele é responsável pelo conceito de tomada de decisão organizacional da forma como é conhecido atualmente. Foi também o primeiro a discutir este conceito em termos de incerteza; Segundo Simon, é impossível ter informação completa perfeita em qualquer tempo dado tomar uma decisão. Foi nessa área que ele recebeu o Prêmio Nobel em 1978, pelas suas pesquisas sobre "tomada de decisões no interior das organizações econômicas".

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A importância da Disciplina TGA

http://www.cramg.org.br/Downloads/TGA_o_alicerce_do_administrador.pdf

Pessoal!
Os autores do Blog administracaodinamica.blogspot.com apresentaram o texto que vocês poderão ler pelo link acima, que é encontrado no portal do CRA. Gostei bastante.
Comungo de tais idéias, dentre elas a de que como alicerce para a Administração são os conhecimentos sobre TGA.

"As considerações expostas até o momento foram discutidas pela
Câmara de Formação Profissional do Conselho Federal de
Administração a partir da realização do Seminário Nacional sobre TGA
que contou com três edições".

Estados Unidos: país mais bem-sucedido do mundo. Qual a razão????

Estados Unidos: país mais bem-sucedido do mundo. Qual a razão????
O segredo americano, e que você jamais encontraráem nenhum livro de economia, é que os Estados Unidossão um país bem administrado, um país administrado por profissionais.
Dezenove por cento dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e portanto a que dá o tom ao resto da nação.
Infelizmente, o Brasil nunca foi bem administrado. Sempre fomos administrados por profissionais de outras áreas, desde nossas empresas até o governo. Até recentemente, tínhamos somente quatro cursos de pós-graduação em administração, um absurdo!
De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje.
Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2.300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.Para mais informações visite o site do Kanitz.

Postado por Luiz Fernando às 19:17 2 comentários

Veja os Links Indicados!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Mais artigos indicados

a) “Intervenção sobre Empreendedorismo e Políticas Públicas” do Ministério da Economia e das Inovações:

http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MEI/Comunicacao/Intervencoes/20050518_MEI_Int_SEAEI_Empreendedorismo.htm



b) “Protocolo de Kyoto e Empreendedorismo” da Rede Universia:

http://www.universia.com.br/materia/imprimir.jsp?id=6038

Para Pensar

Leia o artigo “A hora dos empreendedores”, da Revista Você S.A. Muito interessante e de fácil leitura:

http://vocesa.abril.uol.com.br/aberto/voceonline/artigo1.html


“Poder absoluto de decisão sobre a sua vida e sua carreira. Para o guru americano Peter Drucker (1987) essa é a maior revolução que está acontecendo no mundo do trabalho. Segundo ele, em nenhum momento da história, nós tivemos tanto controle sobre nossas decisões como agora”. Você acredita que temos controle sobre nossas decisões profissionais?

“Você pode ser empreendedor num emprego tradicional numa grande empresa ou sendo o dono do próprio negócio”. Você acredita que é possível ser um intra-empreendedor? Como?

Considerações

As considerações abaixo, em sua maioria, foram retiradas do artigo "Empreendedorismo por Fernando DOLABELA" (07/2008):

ü A prática empreendedora é chamada empreendedorismo.

ü O empreendedorismo sugere um preparo para sua efetiva aplicação.

ü Conforme DORNELAS (2007 p.9), “Empreender é a arte de fazer acontecer, de transformar sonhos em realidade”.

ü Ser empreendedor transcende a perspectiva profissional. Torna-se um estilo de vida.

ü Práticas empreendedoras sempre existiram só que à medida que a complexidade organizacional aumenta, em suas relações de produção e consumo, as inovações precisam acontecer e o caráter empreendedor das ações torna-se mais relevante.

ü O empreendedorismo é um “elemento fundamental na construção do bem estar da coletividade. E que, na sua essência, tem condições de ser um dos caminhos para a construção da liberdade”.

ü “O empreendedorismo não pode ser um instrumento de concentração de renda, de aumento de diferenças sociais ou uma estratégia pessoal de enriquecimento”.

ü “No Brasil o tema central do empreendedorismo deve ser o desenvolvimento social, tendo como prioridade o combate à miséria, oferecendo-se como um meio de geração e distribuição de renda”.

ü “Mais do que uma preocupação com o indivíduo, o empreendedorismo deve ser relacionado à capacidade de se gerar riquezas acessíveis a todos”.

ü Empreendedorismo não é apenas um conceito econômico

ü O empreendedorismo “tem antes uma conotação social, cujo preceito ético é gerar utilidade para os outros. É este também o seu referencial ético”.

ü Empreendedorismo, inovação e desenvolvimento devem andar de mãos dadas. Um processo desencadeia outro naturalmente.

ü É preciso estudar sobre empreendedorismo e sobre projeto empreendedor. Ter boas idéias e lança-las sem planejamento é perder ativo intelectual.

ü “Por ser um fenômeno cultural, o empreendedorismo exige soluções que tenham a nossa cara, o nosso jeito, o nosso sistema de valores, a forma brasileira de ver o mundo”.

ü “É uma forma de ser, e não de fazer. Assim, estão incluídos nesse conceito, por exemplo, o empregado-empreendedor, (ou intra-empreendedor) o pesquisador-empreendedor, o empreendedor comunitário, o funcionário público empreendedor, etc. O que importa é a maneira de se abordar o mundo, qualquer que seja a atividade abraçada”.

ü Para um processo de inovação, é fundamental que exista criatividade.

ü Um empreendedor pode desenvolver seu projeto empreendedor na organização que trabalho. As empresas precisam de projetos empreendedores.

ü O intra-empreendedorismo é indispensável para as organizações já estabelecidas, pois recria a cultura empreendedora interna.
Uma vez que as atividades empreendedoras existem desde sempre, qual motivo para dizer que o termo empreendedor foi cunhado apenas no século XVII ?

Uma das possíveis respostas é atribuída as grandes mudanças que a produção industrial provocou. Um novo perfil profissional passou a ser considerado (o perfil do empreendedor). Por um lado temos os primórdios do empreendedorismo associado a estudiosos economistas, e é possível perceber que à medida que tais estudos aconteciam, surgem estudos advindos dos comportamentalistas, sobre o empreeendedor e suas práticas.

EMPREENDEDORISMO

O termo Empreendedorismo, em francês entrepreneur, significa aquele que assume riscos e começa algo novo. (DORNELAS, 2001 p. 27). É de origem francesa e deriva da expressão entreprendre, que significa ‘tentar’, ‘comprometer-se a’ ou simplesmente ‘empreender’.

A postura empreendedora pode ser identificada desde as origens da humanidade. Homens que gerenciavam suas equipes, sua produção e trabalho, de forma inovadora e rervolucionária sempre existiram. Podemos ver os sumérios com suas práticas inovadoras que promocionaram a criação de sociedades de irrigação, constituidas por pequenas comunidades auto-suficientes (MAXIMIANO, 2007 p. 18).

Veja mais sobre o assunto:
http://br.geocities.com/culturauniversalonline/acontecimentos_1.htm

Reflexão

“Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez.”

Thomas Edison

Como Elaborar - Plano de Negócios = SEBRAE

Deixo a dica de um manual muito interessante e prático.
Apresenta-se como uma cartilha para auxiliar aqueles que querem elaborar um Plano de Negócio.
Foi desenvolvido pelo SEBRAE e é distribuído gratuitamente por download.

http://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio/planeje-sua-empresa/plano-de-negocio/144-0-como-elaborar-um-plano-de-negocio/BIA_1440/integra_bia?

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Considerações sobre o projeto

Ontem foi a apresentação dos blogs, mas o que vai ficar de lição deste projeto?

Realmente foi um pouco complicado em vários sentidos o seu desenvolvimento:
Dificuldades com relacionamento;
Falta de motivação no início;
Inexperiência em usar uma ferramenta online para prática educativa...
Resistências várias, mas creio que no final tudo evoluiu de maneira significativa.



Particularmente aprendi muito com tudo o que ocorreu. Trabalhar em grupo foi uma tarefa árdua. Como vi um rapaz do 2º período falando com a Professora Fernanda "na empresa se o funcionário não trabalha direito a gente manda embora, já um colega de turma não tem jeito de fazer isso". Fiquei com essa frase na cabeça no dia da auto-avaliação, já que tinha a responsabilidade de dar notas a cada um na apresentação.

Durante o desenvolvimente do blog, ficava me perguntando: "como vou fazer para organizar o meu grupo?", apesar do meu blog nao ter um líder formal, me sentia na responsabilidade de fazer algo.

E aí? Continuo depois...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Entrevista com Carlos Hilsdorf na Rede Vida



Carlos Hilsdorf é economista, tem pós - graduação em marketing pela Fundação Getúlio Vargas e é autor do livro "Atitudes Vencedoras".
Carlos discute a respeito do significado de atitudes vencedoras que, segundo ele, são as que nos tornam qualitativamente melhores em diversos aspectos. Uma atitude é, então, "uma escolha colocada em ação". A competência nada mais é do que a demonstração de resultados favoráveis diante dos múltiplos desafios que a vida nos obrigada e vencer. Hilsdorf fala sobre a importância ligada à comunicação, sobre o quanto é essencial saber se comunicar com clareza.
Participaram do Debate:

Patricia Santos - Consultora de Empresas e Palestrante
Luciana Bertacchini - Fonoaudióloga

Parte 1:



Parte 2:
http://www.youtube.com/watch?v=v-SE02Ukg34&feature=related

Parte 3:
http://www.youtube.com/watch?v=jmYxu4Gfrkc&feature=related

O QUE É CSCL?

Postado por Larissa Faleiro - Blog Administração e Seus Vários Aspectos


A CSCL, aprendizagem colaborativa assistida por computador (Computer Supported Collaborative Learning), pode ser definida como uma atividade de ensino-aprendizagem, em que dois ou mais indivíduos usam a informática como recurso mediador de discussões e reflexões.
A CSCL foi criada baseada na CSCW (Computer Supported Collaborative Work), e essa, pode ser definida como uma rede de computadores que suporta grupos de trabalho que tenham objetivos comuns.
Ambas se baseiam no uso do computador como uma ferramenta que facilita os processos e as dinâmicas do grupo. Este papel mediador do computador enfatiza a possibilidade de usá-lo não só como ferramenta individual, mas como um recurso com o qual e por meio do qual, os indivíduos e os grupos podem colaborar uns com os outros.
Quais as vantagens da implantação da CSCL?
· Dinâmica do grupo:Os grupos estão baseados na interdependência positiva entre os alunos, o que requer que cada um se responsabilize mais pela sua própria aprendizagem e pela aprendizagem dos outros elementos do grupo (aprender partilhando permite que os alunos se integrem na discussão e tomem consciência da sua responsabilidade no processo de aprendizagem).
· Nível Pessoal:
1. Aumenta as competências sociais, de interação e comunicação efetiva;
2. Incentiva o desenvolvimento do pensamento crítico e a abertura mental;
3. Permite conhecer diferentes temas e adquirir nova informação;
4. Reforça a idéia que cada aluno é um professor (a aprendizagem emerge do diálogo ativo entre professores alunos);
5. Diminui o sentimento de isolamento e de temor à crítica;
6. Aumenta a segurança em si mesmo, a auto-estima e a integração no grupo;
7. Fortalece o sentimento de solidariedade e respeito mútuo, baseado nos resultados do trabalho em grupo.
Texto adaptado do site www.tecnologiaeducativa.com.br

O QUE É CSCL

Peter Drucker

Postado por Marina Gusmão Marçal- Blog Adm em Pauta


Será publicada aqui neste blog, trechos de uma entrevsita exclusiva da HSM Manegement com Peter Drucker, considerado um dos pais da Teoria Neoclássica da administração. Nesta entrevista, Drucker afirma que as empresas, assim como qualquer outro organismo, possuem um ciclo de vida. Ele ainda discorre de forma brilhante sobre o Brasil, os trabalhadores do conhecimento, os desafios, executivos e de caminhos estratégicos.


HSM:- Há pelomenos dez anos o sr. diz que estamos assitindo à terceira revolução industrial em andamento. Isso é tão importante quanto parece ser? Qual é a marca dessa terceira revolução?


Drucker: - O mais imoprtante fato econômico dessa terceira revolução não é a informação maisa tendencia muito rápida do setor insutrial, seja como gerador de riquiza, seja como gerador de empregos.

como geardor de riqueza não importa o número de unidades de produtos manifaturados, e sim o alor monetário. Nos EUA, de 1960 pra cá, os bens manufaturados cresceram certa ce três vezes em unidades, mas não chegaram a dobrar em valor monerário, uma vez que seus preços atuais são certa de 40% menores que há 40 anos, se ajustados segundo a inflação. Em média, o poder aquisitivo dos rodutos manufaturados é atualmente um quarto do que foi em 1960.

como geradora de empregos, a decadência da indústria é ainda mais evidente. Os empregos nesse setor representavam 35% da força de trabalho mundial 40 anos atrás e nos temos atuais são cerca de 16% apenas. Ninguém compreende a razão dissom porque os economistas não se preocupam com as questões estruturais dos setores.

A decadência do setor industrial constitui a característica mais fundamental da terceira revolução indústrial. A informação é sua feramenta masi fundamental.

Outra característica relevante da nova sociedade em todos países desenvolvidos e em alguns em desenvolvimento, é de uma força de trabalho baseada no conhecimento, que eu chamo de ´´ trabalhadores do conhecimento´´ (knowledge workers). É o grupo que mais cresce na população economicamente ativa.


HSM:- O senhor foi o primeiro a apotar a força dos trabalhadores do conhecimento. Como explicar que, em países como o Brasil e a Argentina, contudo, a ameaça do desemprego para os profiossionais mais graduados ainda seja considerada tão aterrorizante?

Drucker: -No Brasil acontece exatamente isso que eu disse quando são observados especificamente os trabalhadores do conhecimento [em reposta anterior, Drucker afirmou que trabalhadores do conhecimento são tecnologos, aquelees que são educados para uma atuação]. É que talvez eles não passem de um oitavo da força de trabalho no Brasil, isso talvez não seja percebido. nos EUA, já é mais perceptível, pois estes correspondem a 40% da forçla de trabalho.

Por exemplo, li um relatório sobre o sistema de saúde brasileiro - que devo dizer, não está em condições piores que as de outros sistemas de saúde no mundo. seus hospitais precisam desesperadamente de tecnólogos: há excesso de médicos no Brasil, como a maioria dos países latinos, e escassez de fisioterapeutas, assitentes psiquiátricos, tecnólogos.

O fato é que o Brasil não dispõe de um sistema realmente eficaz para treiná-los. Suas universidades ainda estão voltadas para o século XIX- formam excelentes engenheiros. E o restante do sistema educacional está mais focado em trabalhadores operários. No meio, existem algumas experiências e um abismo. Esse talvez seja o maior de todos o desafio do Brasil, e veja que seus desafios são imensos. Outro desafio é a oferta de educação contínua para todos os profissionais. Há uma boa educação continuada para administradores, mas não para todos os profissionais.


HSM:-E como, então, o Brasil pode aproveitar essa força de nação e recuperar o tempo perdido?

Drucker:- No Brasil, vocês têm o enorme desafio de integrar economicamente o Norte e o Sul. Há um longo caminho a percorrer, mas, se formos comparar o que já hoje com o que havia quando estive no Brasil pela primeira vez, vocês já percorreram boa parte do caminho. Sim, vocês estão lidando muito bem com o desafio de integrar o enorme, depauperado, falido e ex - escravocrata Norte ao restante do país..

Devo dizer que vocês no Brasil talvez sejam críticos demais. Quando se coloca o progresso brasileiro num gráfico, observando a tendência geral, eliminando os pontos extremos, sua curva de desenvolvimento é uma das mais fortes da história. Mas os brasileiros parecem só acreditar em extremos: acham que estão lá no alto ou lá embaixo, nunca no meio.

Nos ultimos 50 anos, vocês passadam, pelo que acompanhei, por cinco ´´booms´´ econômicos e cinco ou seis colapsos. Mas mostraram, como empresas e pessoas, enorme maleabilidade e resistência.

Politicamente, vocês sempre tiveram governo demais, é verdade. Mas acho que, economicamente, se olharmos para a reta das tendências e não para os pontos extremos, vocês podem não ter crescido tanto quanto o Japão ou a Coréia do Sul, mas cresceram tanto quanto o sul da Europa, o que não é despresível.


A entrevista na íntegra pode ser encontrada na edição número 54 da HSM Manegement.


Como pode ser visto no trecho desta entrevista, Peter Drucker ressalta a importancia de se formar tecnólogos, considero-me estudante de uma instituição (CEFET MG) ,que poderá garantir uma base tecnológica para minha formação, portanto seria este perfil apostado por Drucker.

Outro fator que chamou a atençao foi a aposta dele em uma contínua educação, vimos o exemplo dela nas visitações tecnicas à FIAT e à PETROBRAS, estas empresas investem em cursos tanto para a entrada nelas quanto durante sua permanência, garantindo uma excelente mão de obra.


Peter Drucker é conhecido como um dos pais da Administração Neoclássica, proximo assunto que será abordado em classe.

CSCW E Groupware


CSCW é a abreviatura de "Computer Supported Cooperative Work", traduzido em Português como Trabalho Cooperativo Suportado por Computador.

De uma forma genérica, o CSCW é uma área científica interdisciplinar que estuda a forma como o trabalho em grupo pode ser suportado por tecnologias de informação e comunicação, de forma a melhorar o desempenho do grupo na execução das suas tarefas.

As pesquisas em CSCW são normalmente caracterizadas em um quadro de duas dimensões: a distância das pessoas cooperando (remota ou localmente), e a forma de comunicação (síncrona ou assíncrona).

O CSCW enquadra-se num domínio científico interdisciplinar, envolvendo diversas áreas científicas, tanto técnicas, como sistemas distribuídos, comunicação multimídia, telecomunicações, ciências da informação, quanto humanas e sociais, como psicologia, percepção e teoria sócio-organizacional.

Os programas informáticos cujo objetivo é serem usados por grupos cooperativos designam-se habitualmente por groupware. Genericamente, pode-se considerar o groupware como sendo o software
que suporta CSCW. As aplicações groupware mais antigas são o correio eletrônico (e-mail), os grupos de discussão (newsgroup) e os sistemas de mensagens curtas, como o ICQ e o MSN Messenger.

Um aspecto bastante importante para o groupware é a existência de um ambiente partilhado pelos vários elementos do grupo. Este ambiente partilhado coexiste normalmente com ambientes privados de cada elemento do grupo, o que implica possuir diferentes mecanismos de gestão de acesso à informação, consoante esta seja privada ou partilhada. Neste último caso, há que se ter particular cuidado com os aspectos de controle de concorrência, de forma a assegurar a consistência da informação compartilhada.

Postado por Bárbara Andrade do Blog Administrando 2008

Administração Científica

Postado por Vinicius Britsch do blog: www.administracaonoar.blogspot.com

ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL - 40 ANOS DE HISTÓRIA

O início da valorização da ciência da Administração no Brasil está relacionado a uma necessidade de aprimoramento da Administração Pública Federal para a adoção de mudanças e reformas sociais que permitissem alavancar o desenvolvimento do país. Transformações, idealizadas durante a gestão do presidente Getúlio Vargas, que a burocracia existente até então não era capaz de processar pelo seu despreparo técnico-profissional. Foi na Era Vargas, nas décadas de 30 e 40, que a Administração começou a ganhar espaço, importância e status como atividade profissional e campo de ensino, pesquisa e documentação.

A criação da Lei 4.769, em 1965, que regulamentou a profissão, foi o resultado de um processo de amadurecimento dos primeiros administradores brasileiros, que perceberam a incapacidade de evoluir sem a proteção legal de seus direitos e da definição clara das atividades privativas do Administrador. Até 1930, o ensino da Administração Pública era sempre agregado aos cursos de Comércio, Direito, Ciências Sociais ou Engenharia. Mas é nessa época que começam a chegar no país as idéias de Frederick M. Taylor e Henry Fayol sobre a então chamada Administração Científica.

Com o objetivo de preparar a máquina do Poder Executivo para as metas e propósitos da Revolução de 30, tornando-as duradouras e eficientes, o regime de Vargas trouxe consigo o fortalecimento de uma nova área de estudos que, por conseqüência, terminou resultando em uma nova profissão: Técnico de Administração. Embora o termo hoje nos remeta a uma qualificação de nível médio, na época referia-se aos postos máximos do serviço público, aos experts em Administração. Confira na íntegra a reportagem na edição nº 50 da RBA.

Confiram toda a reportagem no site: www.cfa.org.br